23 de dez de 2009

Centenário_CE-7/Setembro - Encontro... dos Reencontros

Chegando a Alto Jequitibá, novamente a rememorável dúvida da atitude adulta, que é mister, se deveria prevalecer ou dar-se-ia passagem à desenfreada volta à infância, que sempre nos doutrina, sem as consequências dos atos praticados, assim que na terrinha nos reunimos. Mas... quando eu estou aqui, vivo este momento lindo, olhando pra você, e as mesmas emoções sentindo, são tantas as vividas são momentos que eu não esqueci detalhes de uma vida, histórias que eu conheci aqui... e c/ você. Por que não a junção do adulto, do adolescente e da infância e formarmos o Ex-aluno(a), esquecendo na entrada da Cidade Sem Pecado de Aylê-Salassié Filgueiras Quintão, TUDO que não tem haver com os momentos saudosos que aqui seriam revividos. Neste ano a data do início dos festejos foi antecipada há alguns dias e meses, se não, vejamos: a data oficial das festividades foi estipulada ao dia 4 de setembro de 2009, mas milhares de Ex-aluno(a) e visitantes já as tinham em suas ansiosas expectativas, planejando suas locações, como seriam as viagens... grande dilema_ ônibus? Encontrariam vagas apropriadas. Qual a empresa? Os horários ofereceriam dificuldades e o retorno? Ir de carro? Qual o melhor trajeto, o mais econômico, o menos perigoso e o melhor horário para a viagem? Já aqui, onde se alimentariam? Na terrinha estava frio ou calor... qual o vestuário mais apropriado para emalar. Houve, sim, em 2009 varias datas de 4 de setembro para cada ex-aluno(a) aqui reencontrados(as). Houve Ex-aluno(a) que estiveram em datas anteriores ao mês de setembro, em Alto Jequitibá e adjacências, a fim de assegurar seu cantinho. Uns bem outros nem tanto... mas se reencontraram sim. No hotel 5 star Ed Repolh00, foi instituído um plebiscito para decidir qual Ex-aluno(a) não poderia se hospedar, a fim de evitar, por precaução, a obediência a Lei do Silêncio, não reclamar da alimentação próximo aos demais hóspedes, não reclamar da margarina servida no pote de manteiga, não exigir repolho nas refeições, não soltar bombinha, não se ajuntar a outros “maus elementos” e unidos atrapalhar o sossego dos demais e, etc... assim posto, o Sapo foi coaxar em outra lagoa. Mas, o castigo veio rapidinho: Nilton Nereu e Maurício Dublasievicz deitaram e rolaram: ordem no recito_ Nota 0 . Sossego_ Nota 0 . Pior: juntaram aos dois, o expulso Sapo, Pelé, Queijinho, Padre, Bororó que há muitos anos não praticavam indisciplinas das boas... deitaram e rolaram. A reza de Alguém de Nilópolis é poderosa e funcionou muito bem. Enumerados(as) Ex-alunos(as) deslocaram a partir do dia 02 -03 -04/09/2009 para Alto Jequitibá a fim de participarem da Homenagem que a APCE( Ex-CE ) prestaria no dia 04/09/2009 às 19h30mim no Pavilhão a Ex-Professor(a) e a Ex-Funcionário. Cheguei no dia 03/09/2009 e procurei imediatamente o Enio Divino de Souza que agregou em si o Ex-aluno, o Ex-Funcionário e o Ex-Professor do Colégio Evangélico durante 42 anos... desde 1943 até 1985. Estudou de 1943 até 1954, concluindo todos os Cursos disponibilizados no Estabelecimento de Ensino. De 1955 até 1985 exerceu a Função de Auxiliar de Disciplina e logo assume como Diretor do Internato Masculino, por Indicação do Rev. Cícero Siqueira da Silva Romeu e exerceu também a Função de Professor. Disse-lhe de minha satisfação e alegria pessoal por antecipar minha viagem à terrinha com a finalidade de presenciar a solenidade em que ele seria uma das pessoas ilustres a serem homenageadas. No Pavilhão, sendo homenageados, estavam pessoas que muito bem souberam simbolizar o que é a Instituição Colégio Evangélico, da qual soubemos desfrutar o Saber, a Civilidade, o Amor, a Amizade e sobretudo, aprendemos a ser homens e mulheres imbuídos do Poder de Pai, Mãe e Profissionais em nosso Pais, e, também, no exterior. A pessoa do Enio Divino de Souza ultrapassou para este Ex-aluno a Função de Diretor do Internato Masculino por oito(8) anos.: é meu amigo, o que muito me orgulha... a quem muito sou agradecido. Amigo Enio, nunca será tarde nem fora de época, para que haja reconhecimento ao valor de alguém. O tempo não segue sua trajetória... ele simplesmente para... aguarda. Aconteceu contigo. Sua homenagem não foi tardia. Aconteceu no Centenário da Instituição que sempre o valorizou, e, você fez por merecer e a amou. Portanto, o dia, o mês e o ano foram sublimes na justiça que bem a mereceu. E o Espaço Enio Divino de Souza... o que dizer do local que você mais tempo passou e conviveu... nada. Lá está a Placa descerrada. Ponto final. Mas como tudo não é perfeito, não é mesmo Rev. Anderson, passou-se décadas e décadas, castigos e muitos castigos, buchichos e muitos buchichos para que, enfim, pudéssemos saber oficialmente que o Repolho agora é Legal + Oficial. Viva o Repolh00 Divino de Souza!!! Está Decretado e Abolido o Enio de Alto Jequitibá, do Colégio Evangélico e de Ex-aluno(a). Uffa... Esqueci... vai continuar o Enio, Juiz de Paz que praticou mais de 2000 Atos Legais na Região. Nesta Solenidade o colega Guaraci Sathler em suas inteligentes e gentis palavras discursadas à Professora Clícia Siqueira Labrunie, entre tantas verdades expostas, uma é muito pessoal a este Ex-aluno:_ Temor que nutria pela Professora Clícia... que nunca o repreendeu,,, nem uma má palavra lhe foi dirigida. Mas a temia. Ano passado, em reunião na casa do casal de Ex-alunos Mauro e Raquel, enchi-me de coragem e fui até a Professora e falei corajosa e diretamente deste meu temor... conversamos durante 20 a 30 minutos, o que incomodou a muita gente presente. Senti nela uma doçura de pessoa... com muita autoridade, inteligência e perspicácia. Bem fui agraciado com o Livro 50 anos depois. Muito justa a homenagem à Professora de Português e Francês... Renée Gripp. Presto-lhe meus sinceros agradecimentos e peço-lhe perdão pelo muito que fiz em suas aulas. Como bem disse a querida Professora Guilhermina, a doçura, a delicadeza, a simplicidade e humildade com que nos solicitava atenção às suas aulas... eram fatos indiscutíveis de sua ética educacional e pessoal. Contudo, nunca deixou de me convidar para saborear as gostosas jabuticabas e deliciosos lanches em sua grande cozinha. Ah, sim querem saber minhas notas mensais. Pois muito bem... sempre foram 100 e ela mantinha as notas mesmo sendo o maior bagunceiro de suas aulas. O Professor Ziba e a Professora Celi Lopes os conheciam de nomes. Mas lá estavam por que fizeram o nome da Instituição ser engrandecida como muito bem os disseram o Rev. Isaías Medeiros e a palestrante que não lembro o nome. Quanto ao casal de meus Professores e Diretor na transição do falecimento do Rev. Cícero Siqueira da Silva Romeu em 1963, são maravilhosos... sou fã de cadeirinha. Jabes foi meu Diretor Geral em 1964 de quem me tornei amigo e principal gozador. Acreditem se quiser: o Professor Jabes Werner encontrou minha esposa e ela o cumprimentou, e, quando se lembrou quem era ela, disse: fala para o sacana do Sapo que este ano comprei um terno novo para o desfile. Não mais aguentava suas piadas: Professor é o mesmo terno do ano passado . De fato este ano o homem estava impecável. Quanto a Professora Emília Segall Werner o que dizer de uma pessoa que durante 4 anos do Curso Ginasial tratou-me com carinho, elevada amizade, ensinava-me em sua casa a matéria que não havia compreendido em sala de aula, isto após saboroso lanche. Aliás sempre não entendia a matéria... e sempre estava em sua casa... e lanchava. Minhas notas nos 4 anos de ginasial, sempre foram 100, mas ficava com 90... débito de bagunça. Dizia-me: Sapo já descontei 10 pontos da prova deste mês... suas bagunças não impedirão de dar minhas aulas. Este foi o único ano que não estive em sua residência. E também não vi a minha querida colega e amiga Janice Segall. Definitivamente o dia 04 de setembro de 2009 jamais será um dia normal após a solenidade às pessoas homenageadas. Até, por que, esqueceu-se de colocar em locais do pavilhão, e, estrategicamente “baldes para recolherem as muitas lágrimas derramadas”. 1909 - 2009_ Um século de exaltação ao saber, a socialização e amor à Pátria... Colégio Evangélico se a sua localização estivesse em quaisquer Países da Europa, América do Norte e até em alguns Países da própria América do Sul, com certeza estaria Tombado como Patrimônio da Humanidade. Mas aqui, e, na cidade, que ainda parece sem pecado(?)... o som altíssimo nos carros de passeios é motivo da presença, e, pasmem, bem eficiente, educada e tolerante dos Representantes da Lei e da Ordem, que em muitos dos Municípios que conhecemos, por este Brasilzão que não tem fronteiras, são escárnio popular. Porém, aqui são vaiados... será lá Brasil... eram Ex-alunos(as)... não dá para acreditar! Logo no centenário da Instituição que lhes ensinou, também, manter a ordem pública incólume. E a jovem Ex-aluna que emocionada e estática, a frente da estátua do Casal de Benfeitores de Deus na terra, chorava copiosamente e expressava palavras, que tentei me aproximar para ouvir ou dizer-lhe algo... mas, que me contive a atrapalhar o monólogo, que senti sincero. Ainda parece a cidade sem pecado(!)... mas, e o show da Banda ao vivo? E na Praça(!)... o que acontecia no Reino do Homem de Deus? Novidade implantada que trabalhada... florescerá encanto a festa e divertimento adicional aos presentes. Parabéns para a ideia do colega Walfredo Pontes Neto da época de 1972 / 1973. Já deu certo... agendar. Não pude este ano brincar com uma loirinha gelada... a cada lado que olhava ou estava... lá estava um Reverendo observando. Bico seco no popular. Não poderia. Todos eles são Ex-alunos e muitos meus colegas. Devem ter imaginado... convivi com este cara?... É o mesmo andar quando nos servia a alimentação no refeitório... esta foi demais, mas foi assim que fui reconhecido diante de uma multidão, após 45 anos de ausência de transformações físicas radicais(hoje... bonitão) pelo então Rev. Jarbas Rodrigues de Sales, Ex-aluno da época de 1959 / 1967. Fatos como este e muitos outros parecidos ou não, fazem do Ex-aluno(a) um ser deferente. É por isso que combato a elitização quando estamos reunidos nos confraternizando... obrigado por que sou seu colega e amigo... por que não é elitizado, e, aqui testemunho com prazer - Reverendo Jarbas. O que aqui faço é com muito respeito. Tem meu respeito como colega, ex-aluno e por ser um Servo de Nosso Deus. Pelé o que relato sobre o amigo risonho, de boa conversa, maleável, educado, prestativo. É negão foram 45 anos e quando o achei, perdido na net, jamais poderia imaginar que a pessoa, quando menino interno no Colégio Evangélico, continuava a mesma, agora adulta. Os momentos contigo foram inesquecíveis e até os que não passamos juntos... estávamos nos achando. Depois tivemos as presenças de Queijinho(Ex-aluno Mário Sergio Câmara da época 1961 / 1966). Não mudou. Mesmo colega e que simpatia. Parecíamos estar vendo aquele jovem estudioso, bem comportado sem nenhum traço diferencial. Até o Ronaldo Coelho Tavares(Ex-aluno da época 1962 /1965). Só cresceu... mas o mesmo jeito a maneira de tratar e a consideração. Até parece que o tempo não passou... é o tempo não passa para o(a) Ex-aluno(a). O Passarinho surge de repente assim como não querendo nada, mas, ao mesmo tempo quer tudo... um parceiro de grandes times... excelente ponta esquerda: o time que o tinha sabia que a vitória sempre era questão de tempo. Quando o vi próximo à mesa de cadastro não estava acreditando. A identificação no peito dizia José das Graças Pereira(Ex-aluno da época 1958 / 1962). Mas quem era? No tempo em que estudávamos e jogávamos nos mesmos times, nunca soubera do seu nome. São estas algumas das sucintas e pitorescas histórias que envolvem Ex-aluno(a). Como foi bom rever Maguinha(Magda Gerhardt, Ex-aluna da época 1957 / 1967), Lidinha(Maria Lídice Faria, Ex-aluna da época 1962 / 1969), Isa Virgínia Boechat Póvoa(Ex-aluna da época 1961 / 1968) Fico por aqui... foram 54 Ex-alunos(as) contados e cadastrados que nada sabia de ninguém nem eles de mim. É difícil falar de todos. Foram décadas de ausência. É lógico... muitos micos pagos olhando olho no olho... nada. Depois a realidade de fato: meu colega, minha colega estão vivos, estamos nos reencontrando. Dentre alguns fatos inusitados que vivi neste período, uns sobressaem ao demais, e, os fatores motivadores são incontáveis. Estava fazendo o cadastramento de Ex-alunos, e, era observado por um senhor de cabelos bem branquinhos, enquanto cedia sua vez para as senhoritas. Chegou sua vez, olhou para trás e como não tinha mais ninguém, sentou me encarando, e, quando iria perguntar pelo seu nome, fui interrompido. bem, o que aquele senhor me dizia chamou a atenção de muita gente, inclusive minha família. Quero dizer que ele tinha os cabelos brancos, sim, mas o “senhor”, já é por minha conta... colega Agildo Ribeiro Campo da época 1957 / 1959, não o conhecia pessoalmente, somente por contato de e-mail, mas, saiba, foram momentos inesquecíveis ouvindo-o falar, e, da maneira como o fazia. É uma recordação que me marcará profundamente, e creia jamais esquecerei aqueles momentos.... E como cresceu a fila. Detalhe o cadastro do Agildo estava completo, não deveria fazê-lo nem renová-lo. Assim como ficou uma pergunta no ar, durante o Cadastramento de ex-aluno(a): o colega Gedeon Arantes de Araújo, o Bororozinho, grudou na cadeira como se tivesse sentado sobre cola. Seu cadastro estava em dia e não faltava dados complementares, mas ali permaneceu longo tempo e nenhuma resposta concedeu... mas sua atenção estava fixado numa linda colega, que por sinal estava, pasmem, grudada no ombro do Sapo(seria a tal cola?). Colega Irlete Helena Castro Cunha dá para nos esclarecer o que acontecia naquele momento, na mesa do cadastramento. Foi difícil tirar o colega da cadeira. De fato o tempo decorrido na ausência provoca este estado de espírito. Acho que eles eram telepatas, pois não ouvi nenhuma palavra pronunciada por ambos... viva a eterna amizade aeceana. Ainda na mesa de Cadastramento convivi com a excelente ex-aluna Rosy Gripp Gobbo. Pessoa simples, elegante e muito inteligente. Ficou o sabor do quero mais. Uma pessoa que sabe conquistar o respeito de outrem. Foram inesquecíveis aqueles momentos e não deixei por menos, eternizei-os com uma foto bem saudável de quem o Sapo aprendeu a respeitar, admirar e gostar. Já a perda de muitos crachás pelas Ex-alunas, após seus cadastramentos, foram fatos inusitados. Seriam pelos amáveis beijos recebidos do Ex-aluno Sapo? Bem a verdade é que dezenas e dezenas de meninas(elas continuam “nossas lindas meninas”) retornavam à mesa para exigirem suas identificações, que por quaisquer motivos alheios ou desconhecidos, não mais os possuíam. Achariam elas que o Sapo poderia ser transformado num príncipe, através dos recíprocos beijos e arrebatar alguma, como conta famoso Conto de Fada?... Que mistério?... Mas aconteceu. Deus atendendo ao nosso Mestre e Educador Emérito Rev. Cícero Siqueira da Silva Romeu, resolve abrandar o intenso calor que pairava na Terrinha “Quase Sem Pecado” e abre a torneira. Não foi lá um dilúvio, mas ilhou muita gente... muitos não conseguiram ir de carro para suas casas. Ah! Os cabelos da donzelas... que fazer?. Mas nesse entremeio de “não sei o que fazer nesta hora” surge do nada dois Ex-alunos que tornam-se heróis, aclamados publicamente, no desfecho: “salvar as vidas” de duas senhoras e uma menininha que estavam “ilhadas” na saída da porta do pavilhão para a entrada do Colégio. Os colegas com seus atos heroicos, fazem de seus braços e mãos suposta cadeiras, e, assim “salvam” as ilhadas da corredeira formada pela bendita chuva. Dizem que os colegas heroicos são o Sapo(que estava no seu habitat natural) e o Maestro de nossa Fanfarra. Deve-se testemunhar aqui e nos anais desta inesquecível história do 100 anos do Colégio Evangélico, a figura despreendedora de Cândida Orlandina Dias Berbert, a Ex-aluna, a Professora, a Organizadora dos Festejos e a nossa querida Candinha que tão entusiasticamente produziu o que vimos, sentimos e ouvimos. Sem a sua presença e desenvoltura a festa acontecida não teria sido completa nos detalhes apresentados. Excelente homenagem demonstrada no desfile, quando pudemos sentir o extravasar de suas contidas emoções no agradecimento reconhecido por todos os presentes. O(a) Ex-aluno(a) a agradece pelo esforço empreendido para que nada faltasse ou destoasse do contexto final dos festejos. Mas nem tudo foi alegria... o quero estar contigo... vim para ficar... e neste sombreiro aos festejos dos 100 anos do Colégio Evangélico uma pergunta sempre ecoava:_ Fulano(a) não foi citado em nenhuma homenagem. Se algo faltou e pesou com sua ausência, este foi à falta da citação de muitos(as) que fizeram pela Instituição de Ensino no período, que sabemos, não teremos mais. Sejam vocês quem forem e estejam onde estiverem, saibam que inúmeros Ex-alunos(as), presentes ou não à festa do Centenário, não os(as) esquecemos Sr. Artur - Sr Justino - Véio - Sr. Nenzim, e, em seus nomes e em nome dos não lembrados por este Ex-aluno, sintam-se homenageados tão quanto os que foram. O quero estar contigo mostrou de fato sua importância. Dois Ícones da Instituição que têm nosso respeito e apreço não estiveram lado a lado nos festejos. Este espaço será utilizado para dizer-lhes de suas importâncias e amizade aos demais. Fui solicitado a dar explicações do não explicável... não sabia o que acontecia, como ainda desconheço o real motivo... se houver um. Mas, se há diferenças entre ambos, solicitamos que fiquem a parte, em nome da Instituição Associação de Ex-Aluno(a) do Colégio Evangélico, que precisa e muito, de ambos unificados. Não descerrarei o antes, o durante e o depois da eleição da Associação de Ex-Aluno(a) de 2009. Vim para ficar... As famílias enlutadas pelo trágico acidente na Rodovia MG-111 na altura de Vargem Grande no dia 7 de setembro de 2009 nosso pesar. Mas Deus decidiu que a irmã saída da clausura para permanecesse definitivamente com sua irmã carnal em sua cidade natal, devesse estar residindo com Ele o Nosso Deus e Pai Maior na Sua Morada. Assim foi feito. Ao(a) Ex-Aluno(a) meu abraço afetuoso. Atenciosamente... http://exalunojequitiba-jaredesapo.blogspot.com / capitão9830@gmail.com

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