21 de jul de 2010

Bandeirantes da Evangelização



Rev. Anibal Nóra

  
  Pe. Júlio Maria
                                                                                                                             Rev. Cícero Siqueira 

18 de jul de 2010


Ansiedade e espera. Com estes sentimentos iniciei uma viagem programada com certa antecedência. Afinal, seria minha 1ª visita ao Encontro de Ex-aluno em Juiz de Fora que acontecia em sua 2ª etapa. Havia combinado com o Ex-aluno Dermeval Dias Filho que o apanharia em sua cidade de Alto Jequitibá. E assim ocorreu. Mas até chegar em Alto Jequitibá e Juiz de Fora enfrentei varias obras de melhoramento pelas Rodovias Federais e Estaduais as quais estavam no trajeto, e, extensos trechos em obras da Rio-Bahia, não antes ter que transitar por uma péssima Estrada que liga o Trevo da Rodovia MG-111 até Fervedouro. Mas chegamos são e salvos... e ansiosos. Não reconheci a maravilhosa cidade Manchester Mineira. No aconchegante restaurante Brasão, fomos recebidos pelo casal de Ex-alunos que organizaram o evento: Rosemary Campagnucci (1960 a 1965) e Luiz Augusto Carneiro Vidon (Guto)(1962 a 1967). Logo encontramos muitos(as) Ex-alunos(as) que já se confraternizavam com alegrias contagiantes que somente as pessoa Ex-alunos(as) sabem demonstrar com maestria estes momentos, pois somos oriundos de uma Instituição Singular que é o Colégio Evangélico. Constatei a presença de 16 colegas da década de 60 e também a presença de 1 colega da década de 80. A atual Administração da AEACE fez-se presente com 4 dos seus 5 integrantes, já que o Vice-presidente esteve impossibilitado de comparecer quando é difícil se ausentar aos eventos semelhantes. Houve momentos de preocupação devida a demora na chegada dos Ex-alunos Helio Zeitune e esposa e Marco Aurélio e família. Razão pela qual houve pequena espera para que se oficializasse de fato e de direito o 2º Encontro de Ex-aluno(a) de Juiz de Fora MG, e creiam já é calendário obrigatório de reencontro daqueles que estudaram no Colégio Evangélico. Nota-se nos encontros 1º - 2º - 3º no Rio de Janeiro e 1º - 2º em Juiz de Fora a ausência ou desmotivação do(a) Ex-aluno(a) das décadas de 70, 80 e 90. O que leva nossos colegas mais jovens não comparecerem e nos negar suas marcantes e calorosas presenças? Acredito que com a Implantação Jurídica e mais assídua da Associação de Ex-aluno(a) do Colégio Evangélico e Estadual de Alto Jequitibá possam ser amenizadas estas ausências tão importantes aos nossos convívios. Venham colegas mais jovens suas ausências são notadas e comentadas e suas presenças cada vez mais necessárias aos Encontros descentralizados. Acredita-se que a cada vez que houver um fator predominante que o(a) impeça de comparecer, de fato isto sempre acarretará sua ausência deste convívio salutar e pode provocar aos idealizadores destes Encontros desestímulo a continuação. Foi um Encontro ímpar, principalmente quando a nossa colega Rosemary Campagnucci emotivamente nos deleitou com fatos sobre o querido e inesquecível professor João Barra Guimarães(também Ex-aluno de 1944 a 1951), que nos lecionava a disciplina de História do Brasil e Geral e relata as origens e fatos de sua vida que os presentes desconheciam e emotivaram a todos, culminando o ato o Presidente da AEACE fez a entrega da Medalha de Reconhecimento ao filho e também Ex-aluno Dante Barbosa Guimarães que emotivado discerrou palavras calorosas de agradecimento. O Colega Dante é a cópia do pai, tanto na aparência física quanto na gentileza no tratar as demais pessoas. Ficou latente neste 2º Encontro de Ex-aluno de Juiz de Fora, e, cuminando com as diversas ausências importantes que não foram "lembradas" ou "esqueceram-se de fazer-lhes as devidas homenagens" durante ou no decorrer do Ano Centenário do Inesquecível Colégio Evangélico, que os Encontros Regionalizados, a partir desta iniciativa em Juiz de Fora, que, por enquanto, realizados nas cidades do Rio de Janeiro e Juiz de Fora, inserem na programação nomes de Funcionários, Professores e demais pessoas que por sua função, importância e nobreza de atitude, sejam lembrados na forma como foi apresentada na linda Manchester Mineira. Dez(10) Ex-alunos(as) presentes não constavam em Listagem e foram cadastrados imediatamente_: Alba Valéria de Oliveira Silva(1977), Alice Eugência Cordeiro Soares(1958 a 1965), Célia Ribeiro(1964 a 1967), Dalva Barbosa(1943 a 1946), Fernando Sathler Breder(1985 a 1992), Ilcélia Ferreira de Andrade(1962), Maria de Loudes Ribeiro(1955 a 1962), Ruth de Paula Luz(1968 a 1973), Zely Bastos Teixeira(1958 a 1964), e, assim como outros nove(9) continham dados desatualizados e errôneos. Com a palavra franqueada o Ex-aluno Luiz Antonio Cardoso(Tarzan)(Presidente atual da AEACE) comunicou que o Estatuto está registrado, que na Associação o Sócio Efetivo será aquele que poderá votar e ser votado. Conforme estatutariamente convencionado, esta Categoria de Sócio contribui mensalmente com a quantia de R$ 10,00 por mês, e demais Associados terão seus Direitos e Deveres conforme a Categoria a que esteja inserido. Informou, ainda, que legalizará com o Tesoureiro e Ex-aluno Luiz Augusto Carneiro Vidon as viabilidades técnicas e legais, as quais possibilitarão arrecadar Fundos Estatutários, e, decidiu que permaneceria na Manchester Mineira até o dia 21/06/2010. O colega Marco Aurélio fez uso da palavra e informou da preocupação com estado debilitado de saúde do querido Diretor Interno e Professor Enio Divino de Souza que está com Mal de Parkison e quando na presença de Ex-aluno(a) quando o visita, nota-se melhora visível. Por isso fica o apelo aos que possam: dê um passeio até AltoJequitibá, para amenizar com sua presença o mal que o acomete e de fato possa retribuir com calor humano a alguém que tanto contribuiu para que fôssemos homens e mulheres cidadãos deste Pais... Rumo ao Reencontro do 7/09/2010 em Alto Jequitibá... Rumo ao 4º Encontro do Rio de Janeiro... Rumo ao 3º Encontro de Juiz de Fora. Resp.: Blog - http://ex-alunojequitiba-jaredesapo.blogspot.com

14 de jul de 2010

1º Encontro de Ex-Aluno(a) do Rio de Janeiro

Minhas saudades eternas ao(a) colega do Colégio Evangélico, Estive muitas vezes em Alto Jequitibá nas festas de 7 de setembro. Vivi cada momento ali dispensado. Revi muitos colegas de minha época e outros que conheci nas vezes em que lá estive. "Mas muitos dos festejos não participava". Acredito, como ex-aluno, que lá vivi e estudei de 1960 a 1967, ou sejam 8 anos, que não ocorreria "blindagem" aos alunos menos "afortunados financeira e socialmente". O Colégio Evangélico não brindavam o acesso de alunos nem mais ou nem menos afortunados quando eram admitidos como internos ou externos. Não os olhavam pelo poder mas pela necessidade de procurarem o Colégio Evangélico como sua salvação cultural e social conforme a necessidade pessoal ou a reintegração de muitos à socialização, à cultura e ao saber de uma sólida formação de caráter. Reportando "Mas muitos dos festejos não participava", quero dizer que por 2 vezes fui impedido "educadamente" de ter acesso próximo a mesa do palco do "nosso pavilhão". Pude observar que lá estavam os doutores, os senhores, a nata de alguma sociedade ou da local, alguém com cargo político, escritor, poeta, comandante não sei de onde, a elite do corpo docente. Almocei, nestes meus retornos a Jequitibá, uma única vez no refeitório montado no ex-internato feminino, e, observei mais uma vez a distinção "brindada" a certos grupos de pessoas. Nunca mais estive ali. Bem fui, com muito orgulho um dos melhores jogadores de futebol que estudaram no Colégio Evangélico. Mas isto não facilitou meu acesso a um dos times montados que disputariam um torneio num daqueles anos que lá estive, e, novamente fui barrado pela bridagem elitizada. Quis ter acesso ao mural de fotografia, fato tão simples, no entanto, naquele exato momento um grupo de pessoas, que não sei informar quem eram, mas o acompanhava pessoa da direção do Colégio ou da Associação, estavam revendo as fotos, e, mais uma vez, brindaram-me. Pensei, posteriormente, isto ocorre somente comigo. Nunca mais voltei ao pavilhão, ao restaurante, campo de futebol e futsal e ao mural de fotografia. Minhas idas a Jequitibá, a partir de então, objetivava rever os colegas. No entanto, aqueles que estudaram no período de 1960 a 1967 omitiam suas presenças, iniciei pesquisa, desde quando iniciou o 1º fato e as comprovações "destas irregularidades para este ex-aluno" e notei que "minha bola de neve crescia rapidamente", e, constatei que o fator negativo de fato existia. Mantive contato com ex-aluno + ou_ de 2 décadas antes, pois tínhamos nos tornado amigos, e, para minha surpresa disse-me o seguinte: Eu não participo. Procurei manter contato com colegas de minha época: 1960 a 1967 e indagava por que não compareciam aos encontros. Somente para resumir, respondiam: Não vou e expunha os fatos, que normalmente eram semelhantes aos meus. Culpa de alguém, não sei. Pode ter sido o sistema implantado que distingue cada ex-aluno conforme sua cultura, socialização e agraciados com bens matérias e financeiros, esquecendo que nós ex-alunos somos iguais perante o Colégio Evangélico que nos acolheu e posteriormente nos apresentou a sociedade sem fazer quaisquer distinção pessoal e profissional. 
Vamos conhecer o oposto, a partir de agora, que "aconteceu no encontro do Rio de janeiro", organizado pelos colegas "Hélio Zeitune e Adenir Balmant". De início quero expressar que pela 1ª vez entrego a chave de meu carro a manobrista de estabelecimento comercial. Bem para muitos pode não representar nada. Mas foi um grande diferencial. Acessei ao estabelecimento com minha esposa e recebi caloroso abraço de Nilton Nereu. A seguir Adenir Balmant veio ao nosso encontro e mais um abraço caloroso. Ainda com Adenir somos recepcionado pelo anfitrião do Encontro Hélio Zeitune: não parecia que estávamos nos conhecendo naquele momento. A seguir, já no meio de todos, que faziam questão de conhecer ou reconhecer quem chegava, numa alegria juvenil, numa satisfação envolvente com carinho e o prazer estampado em cada olhar, acrescidos do gesto do afago de cada abraço que não tinha fim e sempre mais forte que o anterior... fui reconhecendo e sendo reconhecido e deparei com dúvidas semelhantes e normais, como os demais. As esposas e filhos imbuídos de objetivos unificados de transmitir aos que chegavam e posteriormente no convívio, a satisfação pessoal como se todos parentes saudosos fossem. Maurício Dubrasievicz, que me surpreendeu com as história que sabe sobre minha família, inclusive sobre fatos sobre minha pessoa que, sinceramente, confesso, não me lembrava ou desconhecia. A riqueza de detalhes historiados, foi deveras, surpreendente. Como foi maravilhoso rever o colega Raquete(Paulo R. P. Macedo) e, assim como em nossa época de Colégio Evangélico, não saiu de perto de mim. A recordação foi maravilhosa. Juarez Preto, continua a mesma pessoa educada, moderada, sempre com aquele sorriso no semblante. E a fisionomia é a mesma, parece que o tempo não o atingiu. Maninho(Odair R e Souza) a mesma figura humana, aquela personalidade marcante e o carinho espontâneo com que trata a todos sem nenhuma distinção. Vivaldo Barbosa que prazer conviver aqueles momentos com político famoso que ali não o senti político, era como nós e se confraternizou como nós, inclusive nas brincadeiras pessoais.. Caolha que todos sabem ser Luiz Evandro, não é mais o nosso Caolha, agora é Chuchuzinho. Não me perguntem mais nada. Guaraci Sathler que simpatia, mais descontraído e mais envolvente. Therezinha Pinheiro sempre a mesma simpatia. Nilton Nereu nos recebeu e depois tivemos bons papos. Aylê-Sallasié foi o único(sem o querer) do encontro que teve indiretamente sua formação identificada já que dou toda venda do seu livro intitulado A Cidade Sem Pecado, a fim ajudar nas despesas auferidas pelos organizadores. Mesmo assim o fez de maneira muito singela, sem alarde. Próximo a ele estavam Jarede, Mauro Nery(o tempo passou mas não o atingiu) e Paulo R. P. Macedo e não observamos o que ocorria, e, quem me alertou foi a esposa de Caolh.....Chuchuzinho. Outro diferencial deste encontro, imagine, fui convocado a usar o microfone, ir lá a frente e.... não tinha ninguém em especial como destaque. Aos demais colegas com quem estive, fui recebido e carinhosamente convivemos aqueles momentos, desculpem-me pela omissão de seus nomes neste depoimento. Estão de parabéns os colegas Helio Zeitune e Adenir Balmant pela performance, singeleza e integração indistintamente de todos, unificação de bem estar proporcionado aos presentes, descontração única dispensada e por fim parabéns pela unidade como marca do encontro. Encontro de ex-aluno não tem distinção individual mas respeito individualizado. Atenciosamente.

Lembrar, sim! Esquecer jamais.

11 de abr de 2010

3º Encontro de Ex-Aluno(a) do Rio de Janeiro

Churrascaria Gaúcha... O mesmo encanto.
Impedimentos não faltavam assim como as razões imperiosas que me impossibilitavam retornar a efetiva confraternização que é reencontrar o(a) Ex-aluno(a). Mas, por que demais ex-alunos(as) não deveriam contar com minha presença, já que ali estavam para ver todos relacionados. Não... Não deveria nem teria este direito em desapontá-los... Fui. Muitos(as) tiveram impedimentos imperiosos como um problema de saúde que acometem a muitos... Outros(as) motivados por perdas irreparáveis recentes... São, sim, impedimentos que permitem sentir suas presenças, e, lamentar "as ausências".
Fiz uma viagem marcada pela paciência: de um lado intenso movimento de veículo e de outro aguentar o "tititi" de duas simpática acompanhantes que me obrigava a cada instante pedir a São Cristovão, padroeiro dos motorista que encurtassem o trajeto ou liberasse o fluxo de trânsito, para que o mais rápido pudesse livrar-me do "problema". Mas cheguei. Tenso e inebriado, mas cheguei. Então, como num passe de mágica... Mas, acredito na Obra Divina, tudo é esquecido... E prevalece o sentimento único de estar ali mais uma vez me rejuvenecendo nas presenças sádias, alegres e simpáticas de colegas Ex-alunos(as). É reencontrar... Sim, para sempre.
Apesar "do meu problema", chegamos à encantadora Churrascaria Gaúcha localizada em, não menos famosos, carismáticos e tradicionais locais que marcam positivamente a fluminense cada vez mais maravilhosa cidade do Rio de Janeiro de Adenir de Oliveira Balmant, no Largo do Machado. Ali praticamente fomos agraciados com a receptividade do free lance que solicita a permissão para conduzir em segurança e cuidado nosso carro até um estacionamento seguro da Churrascaria Gaucha e ainda na entrada a receptividade de Juares Soares, Airton ou Ariston(que mais tarde foi solicitado o contar a origem de seu nome próprio a uma platéia atenta e sorridente) e Adenir, como sempre, em estado de alerta e tenso a cada renovado reencontro.
Na chegada pude observar inúmeras ausências de colegas da época de 60. Foi um período ruim para muitos... Foi. E uma das razões, a arrogante implantação do sistema militar - a ditadura intransigente que a muitos obrigavam fugir do Internato e determinavam suas insastifações no colégio longe de sua família. A própria Mudança Estrutural imbutida na transformação do Colégio Evangélico... A não menos sentida morte do Reverendo Cícero Siqueira da Silva Romeu... Foi um marco divisor na preferência pessoal do Ex-aluno(a). Também o falecimento da Professora Cecília Rodrigues Siqueira... Desorientou demasiadamente a muitos que a tinham como motivada condição para se estabelecer no Internato Feminino e principalmente nas alunas Externas. Influiram mudanças as ausência dos ícones da educação e amigos incondicionais dos(as) alunos(as) e abatem muito o emocional de quem lá estavam e ou chegaram depois. O temor vivido, com a mudança abrupta de orientação e as orientações que fluiam mais graves nas determinações, podem estar agindo "neste descaso". Será? Vivi partes destes instantes turbulentos e muitos mais... E retornar ao que era... Foi quase impossível. Muitos, ainda naquela idade tenra, não compreendiam como seus pais ou responsáveis, ali ainda os(as) permitiam ficar.
Mas vamos mudar esta opção pessoal de alguns, e para isso surge a partir de 1981, mas concretizado a partir de 2009, com a atual Diretoria da AECE, um dos instrumentos institucionais, simpáticos e de reagrupamentos: a Minuta do Estatuto vai para a legalização... Há frentes com integrantes da Diretoria na organização, atualização e distribuição, para o mais breve possível, dos contatos atualizados de aproximadamente 1500 ex. Fico por aqui no ensejo de termos trunfos para sensibilizar o(a) que resiste na reaproximação.
Mas, gostaria de não citar nominalmente colegas desta época que confirmaram suas presenças e veriam sem que nada os impedissem... Mas, não estiveram conosco, e, tenho a dizê-los: mais uma vez quem não esteve presente não "curtiu" o ambiente, a localidade proseada pelos bons entendidos nas palavras que emotivam... Deixaram de confraternizar e mostrar aos familiares quanto somos diferentes quando estamos reunidos com ex e, sempre serão momentos lúdicos, nostálgicos, de contínuo apredizado, de confirmação que "a família Ex-aluno(a) cresce e continua seu progresso ladeira acima... A escala é kilométricamente clara".
Portanto, colegas de 60/70/80/90 tomem coragem ou curiosidade e venham testar o que aqui está sucintamente escrito e nos e-mais que deverão estar circulando no objetivo de informar o evento e suas variáveis aos contatos registrados. E, por que não dizer, nos presentear com suas presenças joviais, e, conhecer seus predecessores, e, uma vez juntos "incrementar" o que já está excelente, no comando de dois(2) "teimosos, corajosos e insistentes" colegas na árdua tarefa de arregimentar o maior número possível de colegas do saudoso Colégio Evangélico num calendário diferenciado modificado na "ausência física" da cidade de Alto Jequitibá.
No interior do local estavam o simpático e carinhoso casal Clara e Zeitune recepcionando-nos, conferindo ansiosamente as confirmações. A cada abraço uma satisfação diferente da anterior. Os grupos se formam imediatamente e os inúmeros papos... Ainda as surpresas. Aliás, surpresas são ingredientes que não faltam. Revi/outros vi pela 1ª vez após "alguns aninhos" de desencontros o colega Sylvio Julio Rezende(59/62), Levi Cruz Reis(58/61), Clotildes Onofre de Abreu Jardim(62/68), Elane Frossard Barbosa(56/59), Milton Machado de Gouvêa(38/43), Celma Peres Rossi(55/63), Paulo Magalhães(38/41), Juarez Soares(50/60), Antonio Walter Pacheco(58/61), Jacy Rodrigues Falcão(...), Edson Godói(...), Laurindo Batista(49/53), Willian Frossard(...), Paulo Cordeiro(...), Heraldo Mercadante(...), etc... Os nomes aqui omissos minhas desculpas... Fui longe com a minha memória.
A presença amigável e de saudosas lembranças do colega e amigo Antonio Modesto Couto, o nosso Toninho Couto foi prazerosa e elevou o astral dos que o contactaram e sua presença corroboram com a estabilização do Encontro Regional do RJ. Conheci Elane Frossard Barbosa de fato e de direito e com a otimização de um saudoso abraço e beijo amigável. Momento ímpar conhecer tão querida colega e ser tratado com carinho e sentimento de amizade profundo. A alegria e aconchego da simpática consideração do colega e amigo Ulisses Breder Ambrósio é deveras contagiante e nos faz muito bem. E como diz o não menos importante e um dos nossos idealizadores do Encontro RJ, Adenir de Oliveira Balmant " o Ulisses é animador".
Mas este 3º Encontro RJ teria que ser especialíssimo. Corria-se o risco de não termos "dois(2) especialistas" na sua condução e realização. Mas, estavam enganados os que em alto Jequitibá "profetizaram" que 2010 não estaríamos reunidos. Ainda bem que nosso Pai Maior, naqueles momentos de desvendar o futuro de algumas pessoas, não estava de plantão e não os ouviram. Sempre que converso com alguém gosto de olhar "dentro dos olhos" de quem estou ouvindo para certificar-me de suas verdades ou enganos. E vi naqueles momentos "que todos poderiam estar enganados... Até as peças mais importantes"... Graças a Deus Por Isso. Tivemos a excelente dupla mais uma vez administrando o Evento que é calendário nacional e anualmente no mês de março, até para os(as) Ex-alunos(as) que insistem em desconsiderar o Evento... Sejam eles(as) inseridos, em "quaisquer de suas razões". Foi mais 1... Agora o 3º com sucesso comprovado. Vamos + além... Paguem pra vê... Mas paguem alto valor. Parabéns aos colegas Adenir de Oliveira Balmant e Helio Zeitune e a Promoter Clara Lúcia Zeitune que a cada Evento seu assessoramento é visível e profissional.
O Vivaldo Barbosa e Aylê Salassié Filgueiras Quintão promoveram seus atuais livros e com boas vendas... Não houve a já tradicional oferta à AECE. E Vivaldo Barbosa está se preparando para reingressar na vida política... E contactou algumas lideranças existentes ente nós Ex-alunos(as).
Tivemos a presença do Ex-aluno mais velho ofertando com ilustre presença sua disposição e alegria na confraternização, embelezando com seu interesse o engrandecimento Encontro Regional de Ex-aluno(a) que ocorrem em datas que antecedem a que ocorre na terrinha de Alto Jequitibá.
O evento foi registrado em vídeo e fotos. Os(as) que não puderam comparecer e queiram manter a recordação da confraternização, mantenham contato pelo Tel. Cel. 21 78972974 ou pelo E-mail prclaudiomartins@gmail.com ao custo de R$ 30,00.
Fui surpreendido com o vídeo que me flagou no 2º Encontro do RJ acontecido na Quinta da Boa Vista. Digo da surpresa por que no vídeo que tenho do evento esta parte tinha sido suprimida"por tática dos elaboradores do evento" para aqueles(as) quando no atual fossem carinhosamente lembrando de "suas travessuras no anterior". Obrigado por minha lembrança e espero que outros tenham tido "suas surpresas".
Sei que muitos(as) Ex-alunos(as) têm conhecimento de inúmeras profissões de seus colegas, mas, fui surpreendido com a profissão da colega Celma Peres Rossi: Juiza de Futebol... Acho que foi a mesma que garfou meu Botafogo no jogo c/ o Flamengo. Mas ela jura que não esteve no apito/bandeirinha. Foi prazeroso revê-la colega... Esteja mais vezes em nossos encontros e apareça em Alto Jequitibá este ano nos festejos da Semana da Pátria.
O nosso querido casal de Ex-aluno Guto Vidon e Rosemary Campagnucci informa que o 2º Encontro de Ex-aluno(a) de Juiz de Fora MG acontecerá no dia 19/06/2010. Caso ocorra jogo do Brasil neste dia, o local escolhido estará apto aos dois(2) eventos e convindam Ex-alunos(as) a estarem presentes: 2º Encontro de JF/MG e Jogo do Brasil". Vamos nos programar... Vamos realizar uma caravana. O 1º Encontro de JF/MG já é sucesso.
Aquele(a) que esteve presente ao 3º Encontro do RJ, tem que dizer: vê-lo(a) é voltar ao meu passado inesquecível no Colégio Evangélico da Cidade Ainda Sem Pecado de Alto Jequitibá que muito bem soube me encaminhar na vida e estruturar-me a vencer: sou um vencedor. Mas ser vencedor é ser seu colega e chamá-lo(a) pelo nome ou apelido e ser agraciado pelo seu carinho e reciprocidade. É não termos barreiras de comunicação e nossas famílias se confraternizarem como a uma só existente no local. É abraçá-lo(a) e sentir afago e calor humano de pura sinceridade de sentimento: assim é o(a) Ex-aluno(a) do Colégio Evangélico... Assim sou eu... Também o Vencedor.
Rumo ao 2º Encontro de Ex-aluno do JF/MG.
Rumo ao 4º Encontro de Ex-aluno de RJ/RJ.

10 de abr de 2010

Antes... Durante... Depois - 3º Encontro de Ex-aluno(a) do Rio de Janeiro

Adenir Balmant adenirbalmant@yahoo.com.br 26 de março de 2010 20h14m44s
Saudação aos ex-alunos.‏
Prezados Ex-Alunos do Colégio Evangélico de Alto Jequitibá: A região do Parque Nacional do Caparaó é hoje um atrativo Polo Turístico em alta nestes tempos de aquecimento global, vida urbana agitada e massificação agressiva. Mas, "Alto Jequitibá é mais do que isto... São lições de vida". Magistral Ziba Alves de Assis... Jequitibá são cópias de vida transacionais... Vida no Pai, nos Professores, no Colégio e no Meio Ambiente. Quem vê a mim vê milhares de traços e compassos de época "American Way", no jeito carioca e brasileiro de ser. Alto Jequitibá é Country, mas também é Globalização e Planetarização que se estende da pacata Rua Nova e Avenida Catarina Eller aos confins da terra. E isto através dos Ex-Alunos, Ex-Professores e todas Pessoas Envolvidas com a Educação, Lições de Vida, Cópias e Espelhamento que se Refletem e sempre Voltam à Tona, como Cortiças, em nossas vidas. Nossa reunião anual é isto. Coisa rara e preciosa em tempos conturbados e violentos. Acontecimento ímpar, mas que Marca Presença e a Continuação da Festa, Solidariedade e Amizade que nos Agrupa e Reune pela Atividade Despreendida, Dinâmica e Prazerosa do Ex-Aluno Hélio Zeitune e vários Ex-Alunos. Ser Ex-Aluno é "direito inalienável e que pode ser "transado" nos Encontros dos Iguais que Fazem a Diferença. De frente para o Meio como Arauto das Lições do Colégio Evangélico de Alto Jequitibá... Até os "Dias Virão... "almejados pelo nosso querido Ex-Professor Ernani França... Obrigado a todos.
Amada Cidade do Rio de Janeiro, 27 de março de 2010.
Adenir Balmant.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Adenir Balmant adenirbalmant@yahoo.com.br 29 de março de 2010 8h54m29s

Tatita, o Hélio é Animado, mas você é ANIMADOR... Um ano teu no Colégio vale por dez de alguns
Ex-Alunos. Parabéns pra você... Obrigado. Abs. Adenir.

Na foto abaixo o Ex-Aluno Sylvio Júlio Rezende conversando com Jarede (Sapo). Ao fundo debaixo da faixa com os dizeres do Professor Ziba Alves de Assis "lições de vida" o Ex-Aluno Antonio Walter Pacheco (Socó) e esposa juntos a Aluisio Ambrósio (de costas). Na foto abaixo da faixa "cadeira cativa" o Ex-Aluno Milton Gouveia e mais atrás Adenir.

_ queria lembrar que na foto abaixo os Ex-alunos Sylvio Rezende e Antonio Walter Pacheco estão participando pela primeira vez de nossos Encontros. Estava ha 48 anos quase sem contatos com Ex-colegas... A vida é bela.
                                                                      (reencontrar... É preciso)
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Ulisses breder ubreder@uol.com.br 29 de março de 2010 21h18m00s

Olá Adenir: Foi excelente... Excepcional mesmo_ o encontro na Gaúcha. Parabéns para você e para o Helio. Imagino quanto tempo, dedicação e talento investidos, por ambos, nesse evento. Muitíssimo obrigado! Um grande abraço... Ulisses.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------
Helio Zeitune helio.zeitune@ig.com.br 9 de abril de 2010 21h18m00s

Agradecimentos.
Amigos: Estou vivendo uma fase muito especial em minha vida. Acredito que seja porque estão acontecendo momentos em que eu dou homéricas gargalhadas. Há quanto tempo que não soltava uma Gargalhada dessas... De fazer chorar... Chorar de tanto rir. Gargalhadas assim só acontecem na juventude. Nos folguedos irresponsáveis da juventude... A vida é uma festa. Tudo é motivo de graça: uma bronca do Professor, um Fora da Namorada, um Tropeção no Meio Fio, uma Briga, Gozações e mais Gozações, uma Incursão nos Quintais Alheios, Surrupiar o Doce do Colega, a Vitória, a Derrota, enfim, a Vida é Pulsante e o Sorriso é Fácil. “Na mocidade... A rosa do viver” já dizia o poeta. O tempo, em sua marcha inexorável, vai nos tirando tudo. A luta pela vida afasta-nos dos amigos. Fazemos novas amizades, mas aquelas da adolescência são muito mais marcantes. Vem a maturidade. Família criada. Cansaço da vida... Um vazio se estabelece... De repente, o dia amanhece e você, ainda na cama, ainda meio sonolento, escuta Milton Nascimento: “Amigo é coisa pra se guardar debaixo de sete chaves... Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito...”. E bate a nostalgia... E você se entristece... Cadê aquela turma? “Por onde andará Mariazinha?” Que fim levou o fulano? Clara, minha esposa percebe o baque. E determina_: Esse ano nós vamos à Festa do Colégio! É lá que está um passado seu que te enche de alegria. Vá rever seus amigos! E depois procure incentivar a organização de Encontros Periódicos... Ela falou tá falado: “Manda quem pode e obedece quem tem juízo.” Assim foi feito. Fui a Jequitibá em um Sete de Setembro. Quanta alegria! Nada no mundo vale mais que um par de braços abertos nos esperando festivamente... E os sorrisos, as lembranças... Lá mesmo mantive contato com o Adenir Balmant. E conversamos sobre a possibilidade de realizarmos encontros anuais aqui no Rio. Adenir tem um arquivo valioso de nomes, telefones e endereços de Ex-Alunos. Ele não se fez de rogado. Escancarou as portas de seus arquivos e, mais que isso... Participou diretamente. Em todas as convocações que se seguiram. Minha empolgação foi tanta ao rever os Amigos e Ex-Colegas do velho Colégio Evangélico de Alto Jequitibá, que acabei me tornando um contato natural e um ponto de referencia para as nossas reuniões. Sem ter trabalhado nesse sentido, já que, por temperamento, evito a vaidade e pretensões de liderança, mas, vocês são os responsáveis por isso. Foram vocês que me incentivaram. Foram vocês que me deram o respaldo. Foram vocês que contribuíram e contribuem para o sucesso e brilhantismo de nossos encontros. É claro que, embora sendo prazeroso, dá muito trabalho contatar e organizar isso tudo. Mas eu não estou sozinho. Tem muita gente ajudando, colaborando. E eu não posso perder essa oportunidade para agradecer. Mas na hora de agradecer, citar nomes não é muito sensato. São tantos amigos e tantas amigas que a memória pode falhar, já que o Alzeimer já ronda a cabeça e omissões podem ocorrer. Fiquem todos, pois, cientes desses meus agradecimentos pelo apoio recebido e pelo comparecimento as nossas convocações.
Muito obrigado!
HZ
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Jarede F Ddias fdiasjarede@yahoo.com.br 10 de abril de 2010 00h03m06s

Obrigado por promover-nos vida.
Caríssimo amigo Zeitune, saudações.
Termino neste instante de ler e me emocionar com as sinceras palavras assentadas em seu e-mail. Ao terminar a leitura senti a necessidade de imediato dizer-lhe que as belas palavras de agradecimentos, quem as têm de citá-las, somos eu e demais Ex-Alunos(as) que estivemos no 1º, 2º e 3º Encontro Regional de Ex-aluno(a) do Rio de Janeiro. Há muito tenho dito e divulgado a importância da unificação entre você, Helio Zeitune e Adenir de Oliveira Balmant. Vocês são ícones no despreendimento de propover vidas, como o disse a colega Wanda Bahia. Jamais esquecerei o sentido de sua frase, por que ela objetiva completamente o que vocês têm feito no sentido de reagrupar, reencontrar e contactar a figura dificílima que nós amamos muito: Ex-Aluno(a). Estou anexando um relatório sucinto do que convivemos no 3º Encontro. Ele será publicao no blog http://exalunojequitiba-jaredesapo.blogspot.com Mas, após tomar conhecimento de seu e-mail, antecipo-lhe e ao Adenir, e, aguardo sugestão para acrescentar, ou melhor, ilustrar o que vivenciamos na Churrascaria Gaucha. Meu muito obrigado por que vocês continuam juntos nos alegrando e nos retornando ao estado juvenil de algumas décadas passadas. Atenciosamente, seu colega(com orgulho)Sapo.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Helio Zeitune helio.zeitune@ig.com.br 10 de abril de 2010 00h24m30s

Pelo horário você pode acreditar que estou lendo e derramando lágrimas pelo gesto maravilhoso de suas palavras referentes ao nosso encontro. Obrigado mais uma vez. Somos os melhores Ex do mundo e estaremos sempre unidos... Abraços.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Adenir Balmant adenirbalmant@yahoo.com.br 10 de abril de 2010 10h06m01s
Prezado Saporum Jarede...
Saporum é a consagração do Sapo, pois no Internato tinha o Sapo e Sapinho. Mas, respondendo de pronto teu Elaborado Visual de Nosso Encontro de 2010, "devo de dizer..."como díria Vicente Matheus" que se a nossa Ex-Professora Clícia Siqueira não fizer cinco correções em teu texto dentro em breve você pode se candidatar a Best Seller, pelo menos, no círculo de Ex-Alunos(as). Parabéns! Quanto à parte que me toca agradeço muito, pois é dupla minha responsabilidade contigo. Minha e de meu irmão Admardo. É o mesmo com Toninho Couto, Sylvio Rezende, Pisca... Etc. Foram colegas e amigos meus e de Admardo. Minha posição quanto à Associação de Ex-Aluno, e, quem sabe, outro tipo de grupamento é na base da prudência e precaução, visto que, principalmente nestes tempos de adversidades e fenômenos ajuntando-se à gerontocracia e desinteresse do resto de tacho Ex-Alunos(as) do Colégio Evangélico fica muito difícil institucionalizar o direito inalienável e consensual de ser Ex-Aluno(a) do Colégio Evangélico de Alto Jequitibá. Nascido e criado neste ambiente de Encontro de Ex-Aluno(a) desde a década de 40 como filho do Ex-Aluno Ely Balmant da década de 30... Por volta de 52/53 levei uma raquetada  pela cara de um dos Abelhas ou Mirandas quando estava curiosamente assistindo uma partida de ping-pong na área coberta do pátio... É uma de minhas lembranças mais remotas do Colégio quando eu tinha entre 7 a 8 anos... "devo dedizer", portanto, que tenho o compromisso e quase obrigação para não decepcionar meus antepassados de colaborar com o que diz respeito ao Colégio Evangélico de Alto Jequitibá e principalmente com os mais novos, como tu, que se animam a levar adiante "O livro... que... 'aqui é um astro rutilante'. Abraços.
Amada Cidade Fluminense, 10 de abril de 2010.
(ha mais de 1 século enfrentando o Botafogo por estas datas). Adenir Balmant.
Ps.(Estou repassando a mensagem para outros Ex-Colegas para que também sejam informados).
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Aylê Quintão ayleq@yahoo.com.br 10 de abril de 2010 11h10m00s
Hélio, Você foi muito modesto na sua fala. Aliás, sempre o foi. Na nossa imaturidade não conseguíamos observar essas caracterìsticas nos colegas. Contribuìa para isso também a sua visibilidade no Colégio. Vocè estava em todos os lugares: no basquete, no vôley, no futebol do BV, nos constrangimentos dos grêmios, na paquera das internas nos intervaldos das aulas e tardes de domingo, nas rodinhas dos mentirosos, no fumo atrás do gerador, nas prisões de domingo. Só não cantou no Orfeão. Aí perdeu para o Bom Bril. Contudo, como artista você foi destaque na introduçao das novidades da moda no Colégio, com seus tênis - não se conhecia isso direito por lá - suas calças Lee, meias vermelhas, camisas com modelos e cores arrojadas que terminavam indo vestir, metade do Colégio, devido ao seu despreendimento e a inveja dos colegas, sobretudo os "minerim" de "bel ozonte" e aqueles mais arrojados vindos dos grotões selvagens (ou silvestres) do norte de Minas Gerais. Eu, Gessé, Newton Couto, Vital andamos vestindo camisas suas. Tiro o chapeú: sua personalidade era ímpar. Engraçado... Pensando bem, você vestia o Colégio. Era um natural figurinista e até mesmo um manequim. As roupas ficavam bem em você, e nem sempre nos outros, o que era, certamente, o meu caso. Você deve ter, inclusive, emprestado roupas para os teatros da Glacy. Lembro-me de ver roupa sua sendo usada por externos. Então, meu amigo, esqueça o vôo das calças pela janela. Não precisa ser tão modesto. Você foi uma marca em Jequitibá, e está sendo outra por aqui. Seus almoços - participei de dois - estão ganhando a cada dia mais adesão. Adesão não, promovendo o encontro de colegas, amigos, quase irmãos mesmos. Alguns nunca mais ouvíramos falar. Sinto-me em família nessas oportunidades que você(s) nos proporciona. Parabéns a você, à Clara - cujo apoio é visível - ao Adenir, outro Organizador Modesto dos nossos Encontros, ao Jarede, à Rosemary e aos demais. Não fique também aborrecido com o Expedito Grossi - noso frangueiro mór. Ele ensinou para o Guaracy. Um dia a gente vai na casa dele com um "camburão", e o pegamos a força para trazê-lo para o almoço. Talvez devamos fazer o mesmo com o Ronan Gouveia, em Belo Horizonte. E, diga ao Delfim, que ele fez muita falta no almoço deste ano. O Delfim é outro de nossas grandes marcas no Colégio. Abraços para vocês e todos os amigos.
Cordialmente.
Aylê-Salassié.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Adenir Balmant ballmant_001@yahoo.com.br 10 de abril de 2010 16h59m00s
Agradecimento e Zeitunemania
Meus caros Ex-Colegas Ayle, Hélio e outros...
Primeiramente meus agradecimentos pelo reconhecimento das atividades de Janeiro... Fevereiro... Março para o Encontro de Ex-Alunos(as) em 2010 na Gaúcha. Já no 29º (desde 1981 com Raquete). Neste Encontro meu primo Juarez Soares e meu amigo Ariston (deste 1954 em Lajinha) fizeram-me reviver um pouco do que foi a maratona de 1981 quando Raquete me fez segurar uma barra que levou quase 500 Ex-Alunos(as) à Gaúcha juntamente com Dois Onibus de Jequitibá... Algumas peças do museus e mais de cem livretos sobre o Parque do Caparaó que minha tia mandou para vender e que doei na maior parte e até hoje não lhe devolvi uns trocados que alguns ex-colegas me repassaram... Foi uma semana trabalhosa com direito a "serenata telefonica"(por volta de 01 hora da manhã) parece "bizorrônica" ou "raquetada" orquestrada parece por estes "animadores" ou "entusiastas (como díria o Guará) do anarquismo... no dia 27 de março de 2010 desde as 7 da matina já me alegrava com a visita do Juarez e Ariston e caminhamos pari passus até 21h45m00s por nosso Rio de Janeiro revivendo os anos 50... E até mesmo os gatos que o Altemar Dutra comia para melhorar a respiração e a voz... Estória do Ariston... Podes crer! Belos causos de vida. Mas, Ayle e Hélio são nomes pomposos e que inspiram governança... Ayle se aproxima de Ayllus(vila) e Hélio é o próprio Sol Heliocêntrico... É Central do Brasil com Brasil Central... Atração das massas na razão direta do quadrado das distâncias... Lei Física e Universal do Heliocentrismo que remonta aos tempos antigos e medievais... Hélio de Eli... Ili... Aramaico... ao Greco-romano Hélio... agora Zeitune é Azeitona para os menores do Internato... Nome engraçado, mas oleoso como Azeitona. Hélio Zeitune é camisa listrada que dificilmente fica no chá com torrada e se encharca na Paraty... Como cantava Ari Barroso... Canivete e Faca para Cortar o Bife a cavalo e a Carne Gordurosa... Depois Clara... Obviamente tem que sossegar o leão... Nestes 70 ou Septuaginta Judaica é um sobe desce da corrente sanguinea que às vezes dá pane na sirene que mede a pressão... Hélio é mesmo um grande artista da animação cultural... Zeitune é moda... Mania Listrada e Enfeitada pelo Bom Gosto... Parabéns estendidos à esposa Clara que faz a eminência e claridade para nossos encontros. Com o Luís (do Caolha) Hélio é o nosso Rei Sol... De Janeiro... Fevereiro... Março no Rio de Janeiro.
Amada Cidade Fluminense, 10 de abril de 2010.
Adenir Balmant.
-----------------------------------------------

23 de dez de 2009

Centenário_CE-7/Setembro - Encontro... dos Reencontros

Chegando a Alto Jequitibá, novamente a rememorável dúvida da atitude adulta, que é mister, se deveria prevalecer ou dar-se-ia passagem à desenfreada volta à infância, que sempre nos doutrina, sem as consequências dos atos praticados, assim que na terrinha nos reunimos. Mas... quando eu estou aqui, vivo este momento lindo, olhando pra você, e as mesmas emoções sentindo, são tantas as vividas são momentos que eu não esqueci detalhes de uma vida, histórias que eu conheci aqui... e c/ você. Por que não a junção do adulto, do adolescente e da infância e formarmos o Ex-aluno(a), esquecendo na entrada da Cidade Sem Pecado de Aylê-Salassié Filgueiras Quintão, TUDO que não tem haver com os momentos saudosos que aqui seriam revividos. Neste ano a data do início dos festejos foi antecipada há alguns dias e meses, se não, vejamos: a data oficial das festividades foi estipulada ao dia 4 de setembro de 2009, mas milhares de Ex-aluno(a) e visitantes já as tinham em suas ansiosas expectativas, planejando suas locações, como seriam as viagens... grande dilema_ ônibus? Encontrariam vagas apropriadas. Qual a empresa? Os horários ofereceriam dificuldades e o retorno? Ir de carro? Qual o melhor trajeto, o mais econômico, o menos perigoso e o melhor horário para a viagem? Já aqui, onde se alimentariam? Na terrinha estava frio ou calor... qual o vestuário mais apropriado para emalar. Houve, sim, em 2009 varias datas de 4 de setembro para cada ex-aluno(a) aqui reencontrados(as). Houve Ex-aluno(a) que estiveram em datas anteriores ao mês de setembro, em Alto Jequitibá e adjacências, a fim de assegurar seu cantinho. Uns bem outros nem tanto... mas se reencontraram sim. No hotel 5 star Ed Repolh00, foi instituído um plebiscito para decidir qual Ex-aluno(a) não poderia se hospedar, a fim de evitar, por precaução, a obediência a Lei do Silêncio, não reclamar da alimentação próximo aos demais hóspedes, não reclamar da margarina servida no pote de manteiga, não exigir repolho nas refeições, não soltar bombinha, não se ajuntar a outros “maus elementos” e unidos atrapalhar o sossego dos demais e, etc... assim posto, o Sapo foi coaxar em outra lagoa. Mas, o castigo veio rapidinho: Nilton Nereu e Maurício Dublasievicz deitaram e rolaram: ordem no recito_ Nota 0 . Sossego_ Nota 0 . Pior: juntaram aos dois, o expulso Sapo, Pelé, Queijinho, Padre, Bororó que há muitos anos não praticavam indisciplinas das boas... deitaram e rolaram. A reza de Alguém de Nilópolis é poderosa e funcionou muito bem. Enumerados(as) Ex-alunos(as) deslocaram a partir do dia 02 -03 -04/09/2009 para Alto Jequitibá a fim de participarem da Homenagem que a APCE( Ex-CE ) prestaria no dia 04/09/2009 às 19h30mim no Pavilhão a Ex-Professor(a) e a Ex-Funcionário. Cheguei no dia 03/09/2009 e procurei imediatamente o Enio Divino de Souza que agregou em si o Ex-aluno, o Ex-Funcionário e o Ex-Professor do Colégio Evangélico durante 42 anos... desde 1943 até 1985. Estudou de 1943 até 1954, concluindo todos os Cursos disponibilizados no Estabelecimento de Ensino. De 1955 até 1985 exerceu a Função de Auxiliar de Disciplina e logo assume como Diretor do Internato Masculino, por Indicação do Rev. Cícero Siqueira da Silva Romeu e exerceu também a Função de Professor. Disse-lhe de minha satisfação e alegria pessoal por antecipar minha viagem à terrinha com a finalidade de presenciar a solenidade em que ele seria uma das pessoas ilustres a serem homenageadas. No Pavilhão, sendo homenageados, estavam pessoas que muito bem souberam simbolizar o que é a Instituição Colégio Evangélico, da qual soubemos desfrutar o Saber, a Civilidade, o Amor, a Amizade e sobretudo, aprendemos a ser homens e mulheres imbuídos do Poder de Pai, Mãe e Profissionais em nosso Pais, e, também, no exterior. A pessoa do Enio Divino de Souza ultrapassou para este Ex-aluno a Função de Diretor do Internato Masculino por oito(8) anos.: é meu amigo, o que muito me orgulha... a quem muito sou agradecido. Amigo Enio, nunca será tarde nem fora de época, para que haja reconhecimento ao valor de alguém. O tempo não segue sua trajetória... ele simplesmente para... aguarda. Aconteceu contigo. Sua homenagem não foi tardia. Aconteceu no Centenário da Instituição que sempre o valorizou, e, você fez por merecer e a amou. Portanto, o dia, o mês e o ano foram sublimes na justiça que bem a mereceu. E o Espaço Enio Divino de Souza... o que dizer do local que você mais tempo passou e conviveu... nada. Lá está a Placa descerrada. Ponto final. Mas como tudo não é perfeito, não é mesmo Rev. Anderson, passou-se décadas e décadas, castigos e muitos castigos, buchichos e muitos buchichos para que, enfim, pudéssemos saber oficialmente que o Repolho agora é Legal + Oficial. Viva o Repolh00 Divino de Souza!!! Está Decretado e Abolido o Enio de Alto Jequitibá, do Colégio Evangélico e de Ex-aluno(a). Uffa... Esqueci... vai continuar o Enio, Juiz de Paz que praticou mais de 2000 Atos Legais na Região. Nesta Solenidade o colega Guaraci Sathler em suas inteligentes e gentis palavras discursadas à Professora Clícia Siqueira Labrunie, entre tantas verdades expostas, uma é muito pessoal a este Ex-aluno:_ Temor que nutria pela Professora Clícia... que nunca o repreendeu,,, nem uma má palavra lhe foi dirigida. Mas a temia. Ano passado, em reunião na casa do casal de Ex-alunos Mauro e Raquel, enchi-me de coragem e fui até a Professora e falei corajosa e diretamente deste meu temor... conversamos durante 20 a 30 minutos, o que incomodou a muita gente presente. Senti nela uma doçura de pessoa... com muita autoridade, inteligência e perspicácia. Bem fui agraciado com o Livro 50 anos depois. Muito justa a homenagem à Professora de Português e Francês... Renée Gripp. Presto-lhe meus sinceros agradecimentos e peço-lhe perdão pelo muito que fiz em suas aulas. Como bem disse a querida Professora Guilhermina, a doçura, a delicadeza, a simplicidade e humildade com que nos solicitava atenção às suas aulas... eram fatos indiscutíveis de sua ética educacional e pessoal. Contudo, nunca deixou de me convidar para saborear as gostosas jabuticabas e deliciosos lanches em sua grande cozinha. Ah, sim querem saber minhas notas mensais. Pois muito bem... sempre foram 100 e ela mantinha as notas mesmo sendo o maior bagunceiro de suas aulas. O Professor Ziba e a Professora Celi Lopes os conheciam de nomes. Mas lá estavam por que fizeram o nome da Instituição ser engrandecida como muito bem os disseram o Rev. Isaías Medeiros e a palestrante que não lembro o nome. Quanto ao casal de meus Professores e Diretor na transição do falecimento do Rev. Cícero Siqueira da Silva Romeu em 1963, são maravilhosos... sou fã de cadeirinha. Jabes foi meu Diretor Geral em 1964 de quem me tornei amigo e principal gozador. Acreditem se quiser: o Professor Jabes Werner encontrou minha esposa e ela o cumprimentou, e, quando se lembrou quem era ela, disse: fala para o sacana do Sapo que este ano comprei um terno novo para o desfile. Não mais aguentava suas piadas: Professor é o mesmo terno do ano passado . De fato este ano o homem estava impecável. Quanto a Professora Emília Segall Werner o que dizer de uma pessoa que durante 4 anos do Curso Ginasial tratou-me com carinho, elevada amizade, ensinava-me em sua casa a matéria que não havia compreendido em sala de aula, isto após saboroso lanche. Aliás sempre não entendia a matéria... e sempre estava em sua casa... e lanchava. Minhas notas nos 4 anos de ginasial, sempre foram 100, mas ficava com 90... débito de bagunça. Dizia-me: Sapo já descontei 10 pontos da prova deste mês... suas bagunças não impedirão de dar minhas aulas. Este foi o único ano que não estive em sua residência. E também não vi a minha querida colega e amiga Janice Segall. Definitivamente o dia 04 de setembro de 2009 jamais será um dia normal após a solenidade às pessoas homenageadas. Até, por que, esqueceu-se de colocar em locais do pavilhão, e, estrategicamente “baldes para recolherem as muitas lágrimas derramadas”. 1909 - 2009_ Um século de exaltação ao saber, a socialização e amor à Pátria... Colégio Evangélico se a sua localização estivesse em quaisquer Países da Europa, América do Norte e até em alguns Países da própria América do Sul, com certeza estaria Tombado como Patrimônio da Humanidade. Mas aqui, e, na cidade, que ainda parece sem pecado(?)... o som altíssimo nos carros de passeios é motivo da presença, e, pasmem, bem eficiente, educada e tolerante dos Representantes da Lei e da Ordem, que em muitos dos Municípios que conhecemos, por este Brasilzão que não tem fronteiras, são escárnio popular. Porém, aqui são vaiados... será lá Brasil... eram Ex-alunos(as)... não dá para acreditar! Logo no centenário da Instituição que lhes ensinou, também, manter a ordem pública incólume. E a jovem Ex-aluna que emocionada e estática, a frente da estátua do Casal de Benfeitores de Deus na terra, chorava copiosamente e expressava palavras, que tentei me aproximar para ouvir ou dizer-lhe algo... mas, que me contive a atrapalhar o monólogo, que senti sincero. Ainda parece a cidade sem pecado(!)... mas, e o show da Banda ao vivo? E na Praça(!)... o que acontecia no Reino do Homem de Deus? Novidade implantada que trabalhada... florescerá encanto a festa e divertimento adicional aos presentes. Parabéns para a ideia do colega Walfredo Pontes Neto da época de 1972 / 1973. Já deu certo... agendar. Não pude este ano brincar com uma loirinha gelada... a cada lado que olhava ou estava... lá estava um Reverendo observando. Bico seco no popular. Não poderia. Todos eles são Ex-alunos e muitos meus colegas. Devem ter imaginado... convivi com este cara?... É o mesmo andar quando nos servia a alimentação no refeitório... esta foi demais, mas foi assim que fui reconhecido diante de uma multidão, após 45 anos de ausência de transformações físicas radicais(hoje... bonitão) pelo então Rev. Jarbas Rodrigues de Sales, Ex-aluno da época de 1959 / 1967. Fatos como este e muitos outros parecidos ou não, fazem do Ex-aluno(a) um ser deferente. É por isso que combato a elitização quando estamos reunidos nos confraternizando... obrigado por que sou seu colega e amigo... por que não é elitizado, e, aqui testemunho com prazer - Reverendo Jarbas. O que aqui faço é com muito respeito. Tem meu respeito como colega, ex-aluno e por ser um Servo de Nosso Deus. Pelé o que relato sobre o amigo risonho, de boa conversa, maleável, educado, prestativo. É negão foram 45 anos e quando o achei, perdido na net, jamais poderia imaginar que a pessoa, quando menino interno no Colégio Evangélico, continuava a mesma, agora adulta. Os momentos contigo foram inesquecíveis e até os que não passamos juntos... estávamos nos achando. Depois tivemos as presenças de Queijinho(Ex-aluno Mário Sergio Câmara da época 1961 / 1966). Não mudou. Mesmo colega e que simpatia. Parecíamos estar vendo aquele jovem estudioso, bem comportado sem nenhum traço diferencial. Até o Ronaldo Coelho Tavares(Ex-aluno da época 1962 /1965). Só cresceu... mas o mesmo jeito a maneira de tratar e a consideração. Até parece que o tempo não passou... é o tempo não passa para o(a) Ex-aluno(a). O Passarinho surge de repente assim como não querendo nada, mas, ao mesmo tempo quer tudo... um parceiro de grandes times... excelente ponta esquerda: o time que o tinha sabia que a vitória sempre era questão de tempo. Quando o vi próximo à mesa de cadastro não estava acreditando. A identificação no peito dizia José das Graças Pereira(Ex-aluno da época 1958 / 1962). Mas quem era? No tempo em que estudávamos e jogávamos nos mesmos times, nunca soubera do seu nome. São estas algumas das sucintas e pitorescas histórias que envolvem Ex-aluno(a). Como foi bom rever Maguinha(Magda Gerhardt, Ex-aluna da época 1957 / 1967), Lidinha(Maria Lídice Faria, Ex-aluna da época 1962 / 1969), Isa Virgínia Boechat Póvoa(Ex-aluna da época 1961 / 1968) Fico por aqui... foram 54 Ex-alunos(as) contados e cadastrados que nada sabia de ninguém nem eles de mim. É difícil falar de todos. Foram décadas de ausência. É lógico... muitos micos pagos olhando olho no olho... nada. Depois a realidade de fato: meu colega, minha colega estão vivos, estamos nos reencontrando. Dentre alguns fatos inusitados que vivi neste período, uns sobressaem ao demais, e, os fatores motivadores são incontáveis. Estava fazendo o cadastramento de Ex-alunos, e, era observado por um senhor de cabelos bem branquinhos, enquanto cedia sua vez para as senhoritas. Chegou sua vez, olhou para trás e como não tinha mais ninguém, sentou me encarando, e, quando iria perguntar pelo seu nome, fui interrompido. bem, o que aquele senhor me dizia chamou a atenção de muita gente, inclusive minha família. Quero dizer que ele tinha os cabelos brancos, sim, mas o “senhor”, já é por minha conta... colega Agildo Ribeiro Campo da época 1957 / 1959, não o conhecia pessoalmente, somente por contato de e-mail, mas, saiba, foram momentos inesquecíveis ouvindo-o falar, e, da maneira como o fazia. É uma recordação que me marcará profundamente, e creia jamais esquecerei aqueles momentos.... E como cresceu a fila. Detalhe o cadastro do Agildo estava completo, não deveria fazê-lo nem renová-lo. Assim como ficou uma pergunta no ar, durante o Cadastramento de ex-aluno(a): o colega Gedeon Arantes de Araújo, o Bororozinho, grudou na cadeira como se tivesse sentado sobre cola. Seu cadastro estava em dia e não faltava dados complementares, mas ali permaneceu longo tempo e nenhuma resposta concedeu... mas sua atenção estava fixado numa linda colega, que por sinal estava, pasmem, grudada no ombro do Sapo(seria a tal cola?). Colega Irlete Helena Castro Cunha dá para nos esclarecer o que acontecia naquele momento, na mesa do cadastramento. Foi difícil tirar o colega da cadeira. De fato o tempo decorrido na ausência provoca este estado de espírito. Acho que eles eram telepatas, pois não ouvi nenhuma palavra pronunciada por ambos... viva a eterna amizade aeceana. Ainda na mesa de Cadastramento convivi com a excelente ex-aluna Rosy Gripp Gobbo. Pessoa simples, elegante e muito inteligente. Ficou o sabor do quero mais. Uma pessoa que sabe conquistar o respeito de outrem. Foram inesquecíveis aqueles momentos e não deixei por menos, eternizei-os com uma foto bem saudável de quem o Sapo aprendeu a respeitar, admirar e gostar. Já a perda de muitos crachás pelas Ex-alunas, após seus cadastramentos, foram fatos inusitados. Seriam pelos amáveis beijos recebidos do Ex-aluno Sapo? Bem a verdade é que dezenas e dezenas de meninas(elas continuam “nossas lindas meninas”) retornavam à mesa para exigirem suas identificações, que por quaisquer motivos alheios ou desconhecidos, não mais os possuíam. Achariam elas que o Sapo poderia ser transformado num príncipe, através dos recíprocos beijos e arrebatar alguma, como conta famoso Conto de Fada?... Que mistério?... Mas aconteceu. Deus atendendo ao nosso Mestre e Educador Emérito Rev. Cícero Siqueira da Silva Romeu, resolve abrandar o intenso calor que pairava na Terrinha “Quase Sem Pecado” e abre a torneira. Não foi lá um dilúvio, mas ilhou muita gente... muitos não conseguiram ir de carro para suas casas. Ah! Os cabelos da donzelas... que fazer?. Mas nesse entremeio de “não sei o que fazer nesta hora” surge do nada dois Ex-alunos que tornam-se heróis, aclamados publicamente, no desfecho: “salvar as vidas” de duas senhoras e uma menininha que estavam “ilhadas” na saída da porta do pavilhão para a entrada do Colégio. Os colegas com seus atos heroicos, fazem de seus braços e mãos suposta cadeiras, e, assim “salvam” as ilhadas da corredeira formada pela bendita chuva. Dizem que os colegas heroicos são o Sapo(que estava no seu habitat natural) e o Maestro de nossa Fanfarra. Deve-se testemunhar aqui e nos anais desta inesquecível história do 100 anos do Colégio Evangélico, a figura despreendedora de Cândida Orlandina Dias Berbert, a Ex-aluna, a Professora, a Organizadora dos Festejos e a nossa querida Candinha que tão entusiasticamente produziu o que vimos, sentimos e ouvimos. Sem a sua presença e desenvoltura a festa acontecida não teria sido completa nos detalhes apresentados. Excelente homenagem demonstrada no desfile, quando pudemos sentir o extravasar de suas contidas emoções no agradecimento reconhecido por todos os presentes. O(a) Ex-aluno(a) a agradece pelo esforço empreendido para que nada faltasse ou destoasse do contexto final dos festejos. Mas nem tudo foi alegria... o quero estar contigo... vim para ficar... e neste sombreiro aos festejos dos 100 anos do Colégio Evangélico uma pergunta sempre ecoava:_ Fulano(a) não foi citado em nenhuma homenagem. Se algo faltou e pesou com sua ausência, este foi à falta da citação de muitos(as) que fizeram pela Instituição de Ensino no período, que sabemos, não teremos mais. Sejam vocês quem forem e estejam onde estiverem, saibam que inúmeros Ex-alunos(as), presentes ou não à festa do Centenário, não os(as) esquecemos Sr. Artur - Sr Justino - Véio - Sr. Nenzim, e, em seus nomes e em nome dos não lembrados por este Ex-aluno, sintam-se homenageados tão quanto os que foram. O quero estar contigo mostrou de fato sua importância. Dois Ícones da Instituição que têm nosso respeito e apreço não estiveram lado a lado nos festejos. Este espaço será utilizado para dizer-lhes de suas importâncias e amizade aos demais. Fui solicitado a dar explicações do não explicável... não sabia o que acontecia, como ainda desconheço o real motivo... se houver um. Mas, se há diferenças entre ambos, solicitamos que fiquem a parte, em nome da Instituição Associação de Ex-Aluno(a) do Colégio Evangélico, que precisa e muito, de ambos unificados. Não descerrarei o antes, o durante e o depois da eleição da Associação de Ex-Aluno(a) de 2009. Vim para ficar... As famílias enlutadas pelo trágico acidente na Rodovia MG-111 na altura de Vargem Grande no dia 7 de setembro de 2009 nosso pesar. Mas Deus decidiu que a irmã saída da clausura para permanecesse definitivamente com sua irmã carnal em sua cidade natal, devesse estar residindo com Ele o Nosso Deus e Pai Maior na Sua Morada. Assim foi feito. Ao(a) Ex-Aluno(a) meu abraço afetuoso. Atenciosamente... http://exalunojequitiba-jaredesapo.blogspot.com / capitão9830@gmail.com